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O serviço Next Level da VALORA é personalizado de acordo com as características do seu negócio, garantindo a realização de um diagnóstico completo e rigoroso. Trabalhamos em parceria com empresários e empresas que pretendem potenciar o seu negócio e alcançar resultados de excelência no mercado.

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Como criar uma empresa em apenas quatro passos
Empreendedorismo 26 de Abril de 2024

Como criar uma empresa em apenas quatro passos

Tudo começa com uma ideia: a partir daí, a imaginação voa. A decisão de criar uma empresa é, decerto, entusiasmante. Afinal, permite-nos definir um rumo próprio e sermos patrões de nós mesmos. No entanto, depois do ânimo inicial, pode surgir a ansiedade, perante um processo que parece intimidante. Assim sendo, como criar uma empresa com confiança e segurança? Ainda que pareça complicado, criar uma empresa é um processo que, atualmente, se revela mais simples, com menos carga burocrática. Ainda assim, exige paciência e organização, bem como a elaboração de um plano de negócios sólido. Uma boa ideia, por si só, não basta. É preciso, sem dúvida, uma grande dose de dedicação e a recolha das informações essenciais sobre tudo o que é necessário. Quais são, então, os passos para abrir uma empresa em Portugal?  1.º Passo: Escolha o tipo jurídico de empresa Definir a forma legal da empresa é, certamente, um passo importante. Portanto, desde o início, deve conhecer as características que vão reger o tipo de sociedade que pretende formar. Por exemplo, existem parâmetros diferentes em matéria de responsabilidade dos sócios relativamente a dívidas, ao montante mínimo de capital e até a aspetos mais específicos, como o tipo de elementos que têm de constar no nome da empresa (“S.A.”, “Unipessoal”, entre outras expressões).  Ou seja, este é o primeiro passo a dar porque define as regras que o seu plano de ação de como criar uma empresa deve seguir. Comecemos, pois, pelo básico. Vai criar uma empresa sozinho? Se optar por abrir uma empresa sozinho, existem três formas jurídicas que pode escolher, sendo todas tituladas por um único indivíduo ou pessoa singular. Tome então nota: Empresário em nome individual; Sociedade Unipessoal por Quotas; Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (E.I.R.L.). Vai abrir uma empresa com mais sócios? Caso pretenda criar uma empresa com mais do que um sócio, há seis opções de sociedade, a saber: Sociedade em Nome Coletivo;  Sociedade por Quotas;  Cooperativa;  Sociedade Anónima;  Sociedade em Comandita;  Associação. 2.º Passo: Crie um plano de negócio Perante o desafio de saber como criar uma empresa, o plano de negócio assume um papel crucial. Afinal, é através deste documento que o empreendedor pode demonstrar a viabilidade da sua ideia e a relevância do produto/serviço que vai oferecer.  Este plano deve mostrar, sobretudo, que tem conhecimento do mercado e da concorrência. Além disso, importa apresentar os objetivos do seu negócio. Por exemplo, perspetivas de crescimento, atividades, custos previsíveis, recursos que precisa de utilizar, etc. Tudo isto parte de uma ideia que precisa de sistematizar com clareza, visando, a título ilustrativo, convencer os investidores sobre o futuro do serviço/produto que pretende lançar.  3.º Passo: Financiamento Tem uma ideia sobre como criar uma empresa, um plano de negócios e já sabe qual o enquadramento legal da sua organização. Agora, chegou então a altura de pensar num dos aspetos mais fundamentais: o financiamento. De facto, começar um negócio requer uma grande dedicação pessoal para o fazer crescer. Contudo, para tal também é necessário um investimento significativo. Capital próprio Se já tiver capital próprio, iniciar a atividade será, decerto, mais fácil. Sobretudo porque não sentirá a pressão, por exemplo, de procurar investimento externo. No entanto, é preciso ter em consideração o montante que tem disponível para gastar e a capacidade de lidar com despesas extra/imprevistas.  Empréstimo bancário Uma das maneiras mais tradicionais de encontrar financiamento para um projeto, como criar uma empresa, passa por recorrer aos bancos. Neste caso, tem de demonstrar a viabilidade do seu negócio, caso contrário, o banco pode não considerar seguro conceder o crédito.  Business Angels Os chamados “anjos” são investidores privados que orientam o seu capital, acima de tudo, para negócios em início de vida, como startups. Estes investidores também podem revelar-se úteis por aportarem conhecimento sobre o mercado, assumindo assim a posição de mentores, ajudando a responder aos desafios de como criar uma empresa. Capital de risco O capital de risco está, de certa forma, ligado ao modelo de financiamento dos business angels. Contudo, este surge, sobretudo, em sociedades especializadas no investimento em empresas emergentes e com grande potencial de crescimento. Além disso, os montantes investidos são superiores aos dos business angels. 4.º passo: Escolher o método para criar uma empresa  Atualmente, responder à questão “como criar uma empresa” é muito mais simples. Afinal, o método tradicional exigia muito mais passos e burocracia. O importante é saber, pois, qual das duas principais vias para criar uma empresa em Portugal se encaixam nas suas preferências. No momento de pensar como criar uma empresa, saiba que há duas alternativas simples: pode fazê-lo presencialmente nos balcões Empresa na Hora ou virtualmente, no portal Empresa Online. A comodidade é, de facto, a grande semelhança entre as duas opções. Porém, o importante é encontrar a opção certa para o seu caso. Empresa na hora vs. Empresa online Empresa na Hora Empresa Online Permite a criação de sociedades por quotas, anónimas e unipessoais por quotas, desde que os sócios tenham consigo os documentos necessários. Permite a criação de sociedades por quotas, anónimas e unipessoais por quotas, com recurso a um certificado digital, como o Cartão de Cidadão. Não permite a abertura de sociedades em que as entradas dos sócios no capital social não sejam feitas em dinheiro. O processo demora praticamente uma hora e é feito presencialmente num só balcão. No final, receberá o pacto social, o código de acesso à certidão permanente comercial, o código de acesso ao Cartão da Empresa/Pessoa Coletiva e o número de Segurança Social da empresa. O processo é feito através de um computador e exige a autenticação no portal Empresa Online com a Chave Móvel Digital do cartão de cidadão ou do certificado digital. O pedido de criação de empresa será depois validado, sendo que deve obter uma resposta dentro de 5 dias por email. Também receberá a documentação necessária para o início da atividade. Os preços variam entre os 360 euros e os 435 euros. Os preços variam entre os 220 euros e os 360 euros. Fonte: Empresa Online e Empresa na Hora Em ambas as vias, deve escolher um dos modelos de estatutos sociais pré-aprovados, que devem conter a seguinte informação sobre a sociedade: Tipo de sociedade; Sede social; Objeto social; CAE (Código de Atividade Económica); Capital social; IBAN (opcional) para eventual reembolso da transferência bancária. Além dos estatutos, existe outra componente importante que passa pela nomeação de um contabilista certificado, também conhecido como Técnico Oficial de Contas, ou TOC. Como criar uma empresa: algumas informações a reter Seguindo estes 4 passos, fica assim esclarecida a dúvida sobre como criar uma empresa. Lembre-se: o importante é ter os objetivos bem definidos e atenção às várias fases que compõem este processo, da escolha do nome à obtenção de financiamento.  Tome nota, por fim, de alguns dados essenciais:   Ainda com dúvidas sobre como criar uma empresa? Fale com a VALORA. O nosso serviço de Apoio ao Empreendedorismo ajuda-o a atingir os seus objetivos.

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Como fazer o processamento de salários?
Gestão de RH 19 de Abril de 2024

Como fazer o processamento de salários?

A gestão de recursos humanos de uma empresa engloba a realização de um conjunto vasto de tarefas. Entre elas, o processamento de salários. Ainda que possa parecer uma tarefa básica, é decisiva para a imagem de qualquer organização. Além disso, importa frisar que o processamento de salários não incide apenas na transferência de pagamentos aos trabalhadores. Na verdade, a eficiência do processamento de salários pode afetar, por exemplo, o nível de satisfação dos trabalhadores ou a capacidade de atrair e reter talento. Ademais, este processo também impacta a organização financeira das empresas, nomeadamente na manutenção do equilíbrio das contas e no cumprimento das obrigações legais. Atualmente, revela-se cada vez mais simples manter as melhores práticas nesta área. Isto porque as empresas têm à sua disposição diversas ferramentas digitais que facilitam a gestão dos salários e prazos, evitando assim equívocos aquando do processamento das contas ao final do mês. Etapas do processamento de salários  O processamento de salários deve, primeiramente, adaptar-se às especificidades de cada organização. Ou seja, depende da dimensão e do setor em que esta se encontra inserida. Por exemplo, há certos setores em que o salário-base decorre das negociações com sindicatos e outras entidades. Similarmente, a legislação laboral aplicável pode diferir da geral. Ainda assim, as etapas desse processo são praticamente transversais a todas as áreas de atividade e devem, por norma, seguir duas fases basilares: Recolha de dados, cálculo dos salários e encargos Em primeiro lugar, os responsáveis de recursos humanos, ou as pessoas incumbidas da tarefa de processamento dos salários, devem organizar a informação sobre os dados contratuais do trabalhador. Depois, importa recolher outras informações, como: Horas trabalhadas; Faltas; Baixas médicas; Férias; Horas extraordinárias; Dias úteis do mês; Mês de processamento. Articulando estas variáveis, procede-se então ao cálculo do salário. Para isso, deve considerar-se o vencimento-base, o subsídio de alimentação e os subsídios de férias (se aplicáveis no mês em questão), bem como cheques-ensino ou cheques-estudante, entre outras comissões, prestações (por exemplo, despesas de deslocação ou trabalho suplementar) e ajudas de custo. Nesta fase de cálculo dos salários, também deve incluir-se o pagamento de impostos e contribuições, nomeadamente os descontos para a Segurança Social e para o IRS, os planos de pensão, os seguros de saúde, entre outras deduções e outros benefícios. De igual modo, deve proceder-se ao processamento dos encargos sobre as remunerações por parte da empresa, atentando no facto de dependerem da taxa contributiva em vigor. Emissão dos recibos e pagamento aos trabalhadores A segunda fase do processamento dos salários é referente à emissão dos recibos de vencimento e ao respetivo envio aos trabalhadores. Engloba, também, a transferência do salário, seguindo a norma de pagamento acordada (transferência bancária ou outros meios). Importa salientar, ainda, que cabe à empresa a responsabilidade de preencher, mensalmente, a Declaração Mensal de Remunerações (DMR). Este documento, a entregar à Autoridade Tributária e à Segurança Social, contém os dados relativos às remunerações pagas aos trabalhadores. A importância do processamento de salários O processamento de salários representa, sem dúvida, uma tarefa básica, mas vital. Como refere a revista Forbes, “se for bem feito passa praticamente despercebido, mas se for feito incorretamente pode impossibilitar a continuação do negócio”. Do processamento dos salários dependem, pois, múltiplos fatores relevantes para o sucesso organizacional. Desde logo, impacta diretamente a retenção de talento e o desempenho dos profissionais. Uma empresa que não proceda ao pagamento de vencimentos dentro do prazo, ou que cometa erros neste procedimento, corre o risco de desmotivar a sua força laboral e, em última instância, de precipitar a sua saída.  Por outro lado, a Forbes menciona as obrigações legais a cumprir escrupulosamente neste âmbito. Por exemplo, se a empresa cometer erros no cálculo dos salários, corre o risco de pagar multas. Assim sendo, a má gestão do processamento dos salários pode ter consequências nefastas na reputação da empresa, mas também no seu equilíbrio financeiro. Qual é a diferença entre o processamento de salários manual e com software? Com a evolução tecnológica, as empresas que realizam o processamento de salários manualmente são cada vez mais raras. Aliás, as vantagens de utilizar um software especializado superam, em larga medida, aquele que é apontado como o maior benefício do processamento de salários manual: a redução de custos. Na verdade, o processamento manual apresenta algumas desvantagens, a saber: A grande quantidade de informação a consultar e processar cada vez que é necessário proceder ao pagamento dos salários; A probabilidade de ocorrerem erros neste processo, penalizando fortemente a confiança do trabalhador na empresa, sobretudo se esses lapsos forem frequentes; O processo revela-se muito mais moroso. Esse tempo desperdiçado poderia, portanto, alocar-se a tarefas mais proveitosas para a empresa. A utilização de um software de gestão de salários viabiliza, então, uma redução do tempo e do esforço necessários para garantir o rigor desta tarefa. Ainda que possa implicar um custo adicional, a automatização deste processo minimiza o risco de erros. Mas as vantagens não se ficam por aqui. A utilização de um software de processamento de salários permite, também: Assegurar uma maior precisão dos cálculos dos salários, subsídios, impostos e contribuições; Garantir o cumprimento da legislação laboral com a automatização de pagamentos fiscais; Aceder mais facilmente aos múltiplos dados dos trabalhadores; Aumentar a eficiência do processamento de salários e da equipa de recursos humanos; Reduzir os gastos associados ao trabalho manual; Processar automaticamente os recibos de vencimento e os pagamentos; Facilitar a elaboração de relatórios sobre o trabalhador ou sobre os custos com salários/impostos. Quais são as vantagens do outsourcing? Uma terceira alternativa ao processamento de salários manual e à utilização de um software é, então, o outsourcing desta tarefa. De acordo com um estudo da Deloitte, 73% das organizações recorre à terceirização de alguma componente deste processo. A grande vantagem desta opção prende-se com o facto de a empresa não ter de alocar recursos internos para essa tarefa ou de contratar profissionais especializados para esse serviço. À empresa cabe, somente, a obrigação de notificar a prestadora do serviço de processamento salarial sobre as alterações registadas na força laboral ou outras questões do foro financeiro. Na VALORA, damos valor às necessidades do seu negócio. Conte connosco para gerir o processamento de salários com o maior rigor e com a maior eficiência!

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Contabilidade colaborativa: o que é e como pode beneficiar a sua empresa?
Gestão Financeira 12 de Abril de 2024

Contabilidade colaborativa: o que é e como pode beneficiar a sua empresa?

Já lhe aconteceu ter informação dispersa ou não encontrar os dados de que tanto precisa sobre a contabilidade da sua empresa? Estas situações não só obrigam a despender tempo precioso na procura, como também podem conduzir a erros. Consequentemente, poderá existir um impacto muito negativo no seu negócio. Ora, é precisamente nestes casos que a contabilidade colaborativa pode ser muito vantajosa. O que é a contabilidade colaborativa? A contabilidade colaborativa é um modelo inovador de gestão da contabilidade. Tem, assim, por base a utilização de ferramentas digitais, caso dos software e arquivos na cloud, e visa centralizar informação, automatizar tarefas e facilitar a comunicação entre a sua empresa, os contabilistas e outros stakeholders. Apesar de recorrer a um conjunto de tecnologias, a contabilidade colaborativa não se resume a uma adaptação de ferramentas ou a transformação digital. É, sim, uma mudança de paradigma na contabilidade, já que altera a forma como esta é pensada e executada. Contabilidade Colaborativa vs. Contabilidade Tradicional Em primeiro lugar, a contabilidade tradicional baseia-se em processos manuais e descentralizados. Nesse sentido, tornam-se mais morosos, têm maior probabilidade de erro e apresentam mais riscos de segurança. Ao contrário, a contabilidade colaborativa, também conhecida como contabilidade online ou contabilidade na cloud, possui um conjunto de características que alteram a gestão financeira e contabilística de uma empresa: Acesso remoto: as informações sobre a contabilidade da empresa estão armazenadas em clouds digitais. Desse modo, ficam acessíveis a partir de qualquer lugar, desde que haja um computador, tablet ou smartphone com acesso à internet; Automatização de tarefas: é possível automatizar tarefas rotineiras e morosas, como conciliação bancária, ou mesmo criar relatórios; Colaboração em tempo real: empresários, contabilistas e até clientes e fornecedores podem comunicar num ambiente virtual, não só para partilhar documentos e tratar da sua contabilidade em tempo real, mas também para trabalhar em conjunto e acompanhar projetos; Mecanismos de segurança de dados: nas plataformas de contabilidade colaborativa, os dados financeiros da empresa estão protegidos por rigorosos protocolos de segurança. É o caso do controlo de acessos e da criptografia de dados. Quais são as vantagens da contabilidade colaborativa? Enumeradas estas características, é fácil perceber qual o valor acrescentado da contabilidade colaborativa para as empresas. Além da redução de tempo e de custos, destacamos então as seguintes vantagens: Otimização de processos e aumento da produtividade: o facto de ser possível automatizar tarefas, centralizar a informação e colaborar em tempo real otimiza os processos de contabilidade. Assim, liberta tempo para que a equipa se possa concentrar em tarefas mais estratégicas da empresa, aumentando a produtividade; Melhor comunicação e colaboração: tendo acesso aos mesmos recursos, facilita-se a comunicação entre empresas, contabilistas e stakeholders. Estas ferramentas de colaboração promovem, portanto, a partilha de informação e a transparência; Maior visibilidade e controlo sobre a saúde financeira da empresa: as plataformas de contabilidade colaborativa permitem não só agregar toda a informação financeira, como também analisar essa informação e gerar relatórios, oferecendo uma visão completa e atualizada da saúde financeira do negócio. Isso, por sua vez, permite uma gestão do negócio mais assertiva, em que se podem tomar melhores decisões e identificar oportunidades de otimização; Maior segurança e confidencialidade das informações: a criptografia dos dados, o controlo dos acessos e os processos de auditoria associados às plataformas de contabilidade colaborativa garantem a confidencialidade da informação; Conformidade com os requisitos legais: as plataformas de contabilidade colaborativa são atualizadas regularmente com as mudanças de leis e regulamentações fiscais, garantindo a conformidade com as obrigações legais. Que práticas se recomendam nesta área? As vantagens da contabilidade colaborativa são claras. Mas para conseguir tirar o maior partido destes benefícios, é fundamental garantir um conjunto de fatores e de práticas. Desde logo, começar por definir objetivos claros, identificando os problemas a solucionar, as áreas a otimizar e os resultados que se espera obter com a adoção da nova ferramenta. No passo seguinte, importa escolher a plataforma mais adequada às necessidades específicas da empresa, ao perfil do negócio e, igualmente ao orçamento disponível. Isto é, um negócio de rent-a-car, que precisa de gerir uma frota além de faturar ao cliente, é diferente de uma agência de marketing ou de uma loja de roupa. Neste ponto, deve avaliar não só as funcionalidades, mas também a capacidade de integração com outros sistemas e o suporte técnico. Após escolher a plataforma, segue-se a formação aos colaboradores que vão estar envolvidos no processo. É preciso, portanto, estabelecer fluxos de trabalho claros e eficientes, e definir e otimizar relatórios. Ao mesmo tempo, deve definir-se claramente as políticas e os procedimentos. Por exemplo, sobre o acesso e o uso da plataforma, sobre o armazenamento de documentos e sobre o registo de atividades. Embora todos estes pontos sejam importantes, o mais fulcral será promover uma cultura colaborativa. Caso contrário, todo o esforço de optar por uma contabilidade colaborativa pode ser posto em causa. Por isso, crie uma cultura na empresa que promova a comunicação e a cooperação entre todos os envolvidos, fazendo desta plataforma a base para a partilha de informação, documentos e ideias. Ao mesmo tempo, está a incentivar a adoção de novas tecnologias. Se precisa de ajuda para adotar a contabilidade colaborativa na sua empresa, fale com a equipa da VALORA!

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